Blog Veja o arquivo
De olho na Mostra SP
Postado por Cotovelares às 21h32

Garimpamos a imensa lista de mais de 350 filmes que serão exibidos na 30 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e postamos abaixo os títulos que você não pode perder nos próximos dias. Dividimos em obras imperdíveis e outras escolhas mais pessoais (tipo chutão no escuro). A Mostra SP começa dia 20 de outubro. Prepare-se.

Os imperdíveis da Mostra SP
Postado por Cotovelares às 21h12

Por Fábio Fujita

The Wind That Shakes the Barley, Ken Loach (INGLATERRA)

Tenho uma tradição pessoal na Mostra: o de ver o filme que ganhou o último Festival de Cannes. Foi assim que me deliciei com Dançando no Escuro, O Quarto do Filho, O Pianista, Elefante, A Criança. E o filme desse ano é de ninguém menos que Ken Loach, o último dos grandes cineastas comunistas vivos. A Internacional cantada pelos personagens de Terra e Liberdade ecoa por toda sua filmografia.

 

A Última Noite, Robert Altman (EUA)

Não duvido de que, só depois que morrer, Robert Altman será elevado à condição de grande mestre do cinema, no nível de Woody Allen, de Hitchcock, de Billy Wilder. Aqui, o diretor do incomparável Short Cuts dirige Meryl Streep e John C. Reilly. Precisa de mais?

 

Babel, Alejandro Gonzales Iñárritu (EUA)

À estréia retumbante, Alejandro-Gonzáles Iñárritu passou na prova de fogo do segundo filme sem decepcionar, mas também sem brilho. Babel encerra uma trilogia sobre a perda: em entrevista à Folha, ele disse que procurou primeiro uma abordagem local (Amores Brutos), depois uma internacional (21 Gramas), para fechar com uma perspectiva global (Babel). Interessante.

 

O Crocodilo, Nanni Moretti (ITÁLIA)

A beleza da dor nunca foi tão precisa quanto a que Nanni Moretti propôs em O Quarto do Filho. Virei fã incondicional desse sujeito que, em O Crocodilo, detona de forma não-oficial (mas nem tanto) o fascista Silvio Berlusconi.

 

Time, Kim Ki-Duk (CORÉIA DO SUL)

O sul-coreano Kim Ki Duk é o autor da última obra-prima, no sentido pleno da palavra, que vi nos últimos anos, Casa Vazia. Em Time, ele propõe a subserviência de uma mulher frente à vaidade do namorado, que a impele a fazer uma cirurgia plástica.

 

Hamaca Paraguaya, Paz Encina (PARAGUAI)

Se até o Festival de Cannes, conhecido por seu provincianismo, se rendeu a este filme falado em guarani (!), na premiação da sessão paralela Um Certo Olhar, é porque ele deve valer uma conferida. Li que o filme todo é construído em cinco planos-seqüências. Hitchcock, que era Hitchcock, usou oito em O Festim Diabólico.


Postado por Cotovelares às 21h11

Sonhos de Peixe, Kirill Mikhanovsky (RÚSSIA)

Inacreditavelmente bom. Exibiram no dia da coletiva da Mostra, e fiquei impactado pela veracidade com que o diretor conseguiu captar o clima do Nordeste, algo parecido com que Sérgio Machado fez em Cidade Baixa. Você praticamente sente os calores e os cheiros das casas, das dunas e dos ambientes pesqueiros retratados no filme. A curiosidade é que o diretor chama-se... Kirill Mikhanovsky. Quem?! Pois é, um russo.

 

À Margem do Concreto, Evaldo Mocarzel (BRASIL)

Tive a chance de entrevistar o diretor Evaldo Mocarzel em 2001, ainda na fase de produção do anterior À Margem da Imagem, quando me revelou que sua idéia era de fazer uma trilogia (o terceiro seria À Margem do Papel) sobre a marginalidade. Inesquecível o desfecho de À Margem da Imagem, em que um morador de rua retratado diz para o diretor algo como “hoje sou importante para você, porque você precisa de mim para o seu filme. Amanhã já não serei mais ninguém”. Antes da Mostra, ainda tenho que ver outro documentário do Mocarzel em cartaz, Do Luto à Luta.

 

A Scanner Darkly, Richard Linklater (EUA)

A tal animação do Richard Linklater, de Antes do Amanhecer e Antes do Pôr-do-Sol, numa espécie de extensão do que já havia esboçado em Waking Life.

 

O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, Cao Hamburguer (BRASIL)

Parece ter sido inspirado no argentino Kamchatka: casal perseguido pela ditadura precisa esconder dos filhos a verdade.

 

Retrospectiva Cinema Político Italiano

Estou para dizer que Ettore Scola integra com Woody Allen e Truffaut a santíssima trindade de diretores sem os quais eu não saberia viver. Ok, falemos em quarteto fantástico para incluir Sergio Leone, porque foi este que me revelou a grandiosidade do cinema em Era Uma Vez na América. Mas voltemos a Scola: nunca vi um filme dele que fosse menos que genial, e a Mostra exibirá pelo menos quatro deles: Nós que Nos Amávamos Tanto (já vale pela sensibilidade do título), Um Dia Muito Especial (Sophia e Marcello soberanos), O Baile (épico sem um diálogo sequer) e o fenomenal Feios, Sujos e Malvados. Estarei lá com minha melhor roupa.


Postado por Cotovelares às 21h08

Por Fernando Masini

Babel, Alejandro Gonzáles Iñarritu (EUA)

Depois da explosão de Amores Brutos fica impossível não conferir os próximos passos do diretor mexicano Iñarritu. Por este filme, ele abocanhou o prêmio de melhor diretor em Cannes este ano.

 

Juventude em Marcha, Pedro Costa (PORTUGAL)

Finalmente temos um diretor português que não é o bom velhinho Manoel de Oliveira nas salas da Mostra. O filme é sobre um imigrante de Cabo Verde que perambula por Lisboa atrás de seus filhos. Segundo o pessoal da revista Contracampo, é o maior destaque do recém-encerrado Festival do Rio.  

 

O Crocodilo, Nanni Moretti (ITÁLIA)

Mais recente do diretor italiano de “O Quarto do Filho” - um dos filmes mais comoventes e honestos dos últimos tempos. Confesso que tenho um carinho muito especial por esse cineasta. Desta vez,  ele mostra um pouco do que foi o governo Berlusconi.  

 

O Sol, Aleksander Sokurov (RÚSSIA)

Admito que às vezes é cansativo ver um filme do Sokurov. O tempo estendido ao máximo e os planos enormes. Mas quando há paciência para entrar em seu universo emparedado, vale anos de lição de vida.  

 

Os Infiltrados, Martin Scorsese (EUA)

Scorsese na velha e boa forma. Depois de patinar e pintar cheio de concessões em “O Aviador” e “Gangues de Nova York”, o homem voltou aos becos e fez um belo filme sobre traição e lealdade. Vi e gostei muito.


Postado por Cotovelares às 21h07

O Cheiro do Ralo, Heitor Dhalia (BRASIL)

Fiquei mal surpreendido ao ver “Nina”, o primeiro longa de Heitor Dhalia. Faltava verdade no filme. Fui ver “O Cheiro do Ralo” e gostei bastante. É sobre um cara que negocia produtos antigos num armazém sujo e fedido e acaba se apaixonando por uma bunda. Selton Mello faz o tipão escroto-cínico com uma pitada de carisma. 

 

Still Life, Jia Zhang-Ke (CHINA)

Levou o Leão de Ouro no Festival de Veneza deste ano. É bom ficar de olho neste jovem diretor chinês de 35 anos. É sempre muito louvado pela crítica mundial. Por tratar da abertura econômica e social de seu país, costuma ter problemas com a censura e pena para exibir seus filmes na China. É dele “Dong” que também será exibido.

 

The Wind That Shakes the Barley, Ken Loach (INGLATERRA)

Mais uma vez se trata de cinema político. O diretor inglês aborda a guerra entre britânicos e irlandeses na década de 20. “Meu filme é uma pequena contribuição para que os britânicos confrontem sua própria história”, Ken Loach discursou ao receber a Palma de Ouro em Cannes este ano.

 

Volver, Pedro Almodóvar (ESPANHA)

A história é sobre mulheres, fala-se sobre sexo e morte. O roteiro é melodrama puro – tipo novela mexicana mesmo. O que segura o filme é o talento de Almodóvar e de Penélope Cruz. É incrível como a atriz funciona na mão do cara certo. Vi e gostei. 

 

Hamaca Paraguaia, Paz Encina (PARAGUAI)

Pela raridade de ver um filme paraguaio, há 30 anos o país não lançava longa em película, e pela coragem da diretora. O filme é falado em guarani, foi exibido em Cannes e despertou a carência da produção cinematográfica dos nossos vizinhos.

 

O Céu de Suely, Karim Ainouz (BRASIL)

Premiado como melhor filme e diretor há poucos dias no Festival do Rio, além de melhor atriz para a protagonista Hermila Guedes. É o segundo longa de Karim Ainouz que debutou com o excelente “Madame Satã”. Não vi, mas garanto coisa boa.  

Mostra SP: vale a pena arriscar
Postado por Cotovelares às 21h04

Por Fábio Fujita

Nosso Amor do Passado, Hans Canosa (EUA)

Inspiração em Mike Figgs? Provavelmente. O fato é que esse filme é todo editado com a tela dividida: o que é mostrado numa metade é legitimado (ou contradito) na outra. Lembrei do Sérgio Rizzo, que diz que todas as histórias possíveis já foram contadas no cinema: as inovações, a partir de agora, ficarão restritas à forma. E no elenco há o badalado Aaron Eckhart, que dizem que será indicado ao Oscar nesse ano por Obrigado por Fumar.

 

O Sussurro dos Deuses, Tatsushi Omori (JAPÃO)

Pra mim, o melhor da cinematografia mundial, hoje, vem do Oriente. Essa aqui é uma história japonesa de crime e castigo que, em alguma medida, lembra a do sul-coreano Oldboy.

 

Candy, Neil Armfield (AUSTRÁLIA)

Heath Ledger e Geoffrey Rush numa história na linha de Réquiem para um Sonho: casal vivendo dias de luxúria e imprudência, até que a droga (no caso, a heroína) põe tudo a perder.

 

Scream of the Ants, Mohsen Makhmalbaf (IRÃ)

Novo filme do iraniano Mohsen Makhmalbaf, o mesmo que mostrou a chuva de pernas mecânicas em O Caminho para Kandahar e a metalinguagem da arte cinematográfica em Salve o Cinema. Um gênio.

 

O Violino, Francisco Vargas Quevedo (MÉXICO)

Já passou da hora de um mexicano voltar a causar impacto. Esse aqui ganhou a mostra latina do último Festival de Gramado e teve boa repercussão no Festival do Rio.

 

Só Deus Sabe, Carlos Bolado (MÉXICO)

Carlos Bolado foi um dos diretores do tocante documentário Promessas de um Novo Mundo. Agora ele volta-se para uma ficção filmada no Brasil, com Diego Luna e a lindíssima cocota Alice Braga.


Postado por Cotovelares às 20h58

Por Fernando Masini

Caminho para Guantanamo, Michael Winterbottom (INGLATERRA)

Retrato de um jovem que volta ao Paquistão para se casar e é convocado para guerrear no Afeganistão. Com outros amigos, ele acaba capturado pelos americanos e deportado à prisão de Guantanamo. Lembro que gostei do filme “9 Songs”, também dirigido por Winterbottom. 

 

Eu Não Quero Dormir Sozinho, Tsai Ming Liang  (TAIWAN)

Homenageado da 27ª edição da Mostra SP, o diretor malaio radicado em Taiwan está em cartaz com “O Sabor da Melancia”. Vale tentar a sorte.

 

Fonte da Vida, Darren Aronofsky (EUA)

É uma celebração do amor e da morte num delírio transcendental. Tive a oportunidade de ver o filme. Muita gente não vai gostar, às vezes parece piegas e cafona demais, mas é fato que o diretor de “Réquiem para Um Sonho” tem coragem e ousa sempre novas fórmulas.

 

Fora do Jogo, Jafar Panahi (IRÃ)

Panahi forma com Kiarostami, Makhmalbaf e Payami o grupo de cineastas iranianos mais conhecidos pelo Ocidente. Dirigiu “O Círculo”, de 2000. “Fora do Jogo” fala de futebol no Irã, de como as mulheres driblam as reservas morais em busca de apoiar os jogadores da seleção iraniana.

 

Mundo Novo, Emanuele Crialese (ITÁLIA)

Me chamou a atenção pelo filme anterior “Respiro”, uma fábula com cores reais passada em Lampedusa com a linda atriz Valeria Golino. Fiquei impressionado como o cinema de Crialese tem gosto, cheiro, calor. Algo também encontrado no cinema da argentina Lucrecia Martel. 


Postado por Cotovelares às 20h57

Princesas, Fernando León de Aranoa (ESPANHA)

Só vi um filme deste jovem diretor espanhol, o “Segunda-feira ao Sol” com o ator Javier Bardem no papel principal. Lembro que gostei, pero no mucho. Vou arriscar mais um.

 

Scream of the Ants, Mohsen Makmalbaf (IRÃ)

Diretor mais atuante dentro e fora do contexto cinematográfico iraniano. Mantém com a família – destaque para a filha Samira Makhmalbaf – um estúdio e escola de cinema no Irã. É importante vê-lo.

 

Só Deus Sabe, Carlos Bolado (MÉXICO)

Primeiro e talvez único motivo: vou lá ver a Alice Braga, de “Cidade Baixa”, na tela. É um filme mexicano que tem também o ator Diego Luna no elenco. Foi exibido no Festival de Sundance deste ano.   

 

Time (Shi gan), Kim Ki-Duk (CORÉIA DO SUL)

Assisti “Casa Vazia” e não fiquei convencido, apesar de reconhecer o esforço do diretor em comunicar sem diálogos e secar a narrativa. Vi “O Arco” e me pareceu de novo um pouco de firula estética exagerada. Dou mais uma chance para ser convencido.

 

O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, Cao Hamburguer (BRASIL)

Caiu nas graças da platéia carioca e foi eleito o melhor filme no Festival do Rio, segundo parecer do público. Um menino abandonado em plena ditadura militar no Brasil. Cao dirigiu “Castelo Rá-Tim-Bum”.

Mostra SP: apêndices
Postado por Cotovelares às 20h55

Por Fábio Fujita

Da série "vou pelo diretor"

Princesas - Fernando León de Aranoa

Dong – Jia Zhang Ke

Paris, te Amo – Walter Salles, entre outros

Shortbus – John Cameron Mitchell

A China Está Próxima – Marco Bellochio

Fonte da Vida – Darren Aronofsky

As Leis de Família – Daniel Burman

Eu Não Quero Dormir Sozinho – Tsai Ming Liang

Half Moon – Bahman Ghobadi

 

Ausência

 

Maria Antonieta

Mesmo com a crítica toda detonando o filme, tinha curiosidade em ver a primeira incursão da Coppolinha no gênero épico.

 

O pior filme do mundo

 

Amando a Maradona

Fique bem longe disso aqui. Vi esse documentário sobre Don Diego na última edição do É Tudo Verdade. À exceção de pouquíssimos momentos, como o quebra-pau generalizado em que Maradona, vestindo a camisa do Barcelona, sai distribuindo voadoras em quem encontra pela frente com seu metro e meio (os adversários o provocavam, chamando-o de “sudaca” por sua origem latina), o filme é tão ruim, mas tão ruim, que Pelé Eterno vira bom. 

Que merda!
Postado por Cotovelares às 17h53

Alguém sabe dobrar lençol com elástico? Ou o negócio é embolar tudo e enfiar na gaveta? Tenho sérios problemas com isso, vamos discutir o assunto pelo amor de Deus.

The Descent
Postado por Cotovelares às 23h56

Tem um filmezinho perdido aí em rodapé de guia cultural e sendo exibido nas salas mais esdrúxulas de São Paulo chamado "O Abismo do Mal". O original é "The Descent". É uma produção pequena britânica de pouco recurso e muito esmero estético. Não se engane com a porcariada costumeira, é um filme bem decente. Seguramente o melhor terror desde "Os Outros". Seis jovens amigas se encontram num casarão perdido no meio do mato para desbravarem uma caverna nos Montes Apalaches.

Elas descem com a ajuda de equipamentos, lanternas e sinalizadores. No breu total, rastejam através de passagens estreitas em busca de novos caminhos. Acontece que uma pedra desmorona e elas ficam presas dentro da caverna, sem luz e sem mapas. Isso tudo gera uma sensação claustrofóbica e sufocante para quem tá de olho na tela. Chega a dar nó na garganta. Daí em diante, o filme entra num pesadelo dantesco. Banho de sangue, criaturas albinas-cegas debaixo da terra, pedaços de ossos e morcegos sobrevoando os abismos.

Fora o efeito de pânico que causa no público, o filme abusa de referências a alguns clássicos do cinema de horror. Aparece lá "O Iluminado", "A Morte do Demônio", "Carrie"... menções exploradas com parcimônia pelo diretor Neil Marshall. Numa das cenas mais geniais e batidas do gênero (o braço que emerge debaixo da terra simbolizando o renascimento da criatura), uma das moças, Sarah, estica o braço manchado de sangue pra fora da caverna e finalmente alcança o mundo exterior. Em seguida, surge seu rosto sangrando como se fosse um bebê saindo da barriga da mãe. A referência à filha morta e à caverna como útero materno é das sacadas mais engenhosas. Lembra um pouco o final de 2001 do Kubrick.

O trailer aqui: http://www.apple.com/trailers/lions_gate/thedescent/large.html

Mais sobre cigarros
Postado por Cotovelares às 13h53

Minha tentativa de ficar longe do cigarro tá gerando um rebuliço. Recebo mensagens saudosas de ex-fumantes compartilhando a experiência com o tabaco. Uns mais otimistas, outros chutando o balde, outros enganando a própria vontade. Eis que tenho a grata surpresa de ler no blog do amigo e convidado cotovelar William H. Stutz - o maior apaixonado do Cerrado - as seguintes palavras:

"Prezado Fernando Masini,

Já fumei e muito. Criançada pegou no pé. Parei de vez. Dizem que é coisa de gente ruim, consegue na primeira, volta mais não.

Adoro cheiro de fumaça de cigarro no ar e que perto de mim fumem. Cheiro de cinzeiro não, desse desgosto, mesmo quando fumava. A roupa defumada denunciadora também é intragável (sem trocadilhos).

Combinei com os filhos: quando aos 80 anos chegar, juraram de pés juntos que me dão um pacote de tabaco da marca que eu escolher.
Parar de fumar é a coisa mais fácil do mundo. Um compadre meu é a prova disso. Já parou 26 vezes! E já marcou o dia da 27ª .

E eu aqui por enquanto a tragar vento limpo e fresco. Limpando os bofes.
Fico esperando os 80 com água na boca.
Sorte na empreitada Masini muita sorte.

Sussurro: Se quiser com vontade pára , pode confiar.

Conversa minha para boi dormir: Fumo mais nunca! Juro.
Lá se vai quase meia década longe do vício, te garanto, tudo muda para melhor."

O blog do William: http://cerradodeminas.blogspot.com/

 
Aloisio Milani    Diego Iwata Lima    Fábio Fujita    Fernão Ketelhuth    Fernando Masini    JP Ribeiro    Sérgio Praça    Vicente Laganaro
ABCD    EFGH    IJKL    MNOP    QRSTU    VWXYZ
Cadastre-se www.cotovelares.com Este mês no Clube dos Cronistas Cotovelares O passado do Clube dos Cronistas Cotovelares Faça parte do Clube dos Cronistas Cotovelares O que foi dito sobre o Clube dos Cronistas Cotovelares O que vale a pena na Internet Quem faz o Clube dos Cronistas Cotovelares cotovelares@cotovelares.com